O sétimo mutirão do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) contra o aedes aegypti, realizado no último dia 6, nos parques Prazeres, Residencial da Lapa e Barão do Rio Branco registrou mais de 7 mil imóveis fechados, um número bastante alto segundo o órgão.

O município vive uma epidemia de chikungunya e a Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) tem solicitado o apoio da população, para que receba os agentes em suas residências e faça a sua parte separando 10 minutos por semana para revisar seus quintais, vasos de plantas e recipientes de água de animais.

— No último mutirão, foram visitados 3.171 imóveis nos três bairros, 42 focos do mosquito encontrados e recolhidos 69 pneus em residências. Precisamos que a população fique ainda mais atenta e faça a sua parte — disse o diretor do CCZ, Marcelo Sales.

Como medida de contenção do avanço da chikungunya, a Prefeitura decretou emergência no último dia 5. O decreto foi publicado no Diário Oficial e autoriza a entrada de agentes do CCZ em imóveis, cujos proprietários estiveram ausentes ou recusarem o serviço. Durante os mutirões, que tiveram início em 18 de maio, foram percorridos 37 bairros com ações em mais de 27 mil imóveis. Mais de 18 mil foram encontrados fechados. O próximo mutirão será realizado na sexta-feira, 13 de julho, nos bairros: Parque Novo Mundo, Santa Rosa, Presidente Vargas e São Domingos.

Medidas – Desde o mês de maio, quando foi constatada infestação do mosquito, no município, a Prefeitura de Campos vem adotando medidas, como: reforço dos mutirões nas regiões com alto índice do Aedes aegypti, descentralização do atendimento primário na rede de saúde, ampliação da atuação dos carros fumacê e motofogs, aumento do número de testes laboratoriais na rede básica de saúde, mutirão de identificação de proprietários de terrenos para que façam a limpeza.

Fonte: SupCom

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