A ex-prefeita de Campos e ex-governadora Rosinha Garotinho será interrogada no próximo dia 27 de outubro, sexta-feira da próxima semana, na 41ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça. Ela tentou um habeas corpus (HC), que foi negado. O interrogatório ocorrerá no processo que o desembargador Luiz Zveiter move contra ela por calúnia, injúria e difamação. Durante a prisão do marido, em setembro último, Rosinha acusou inúmeras vezes o desembargador de estar por trás de uma conspiração para prender Garotinho, condenado a nove anos, 11 meses e 10 dias no caso Chequinho. Procurada, ela não se manifestou.

Durante a prisão do marido, Rosinha por diversas vezes, em entrevistas e rede social, Rosinha acusou Luiz Zveiter de ter participação na decisão do juiz Ralph Manhães, então responsável pelo caso Chequinho na esfera criminal-eleitoral. “Eles querem impedir meu marido de preparar os documentos que comprovam os crimes cometidos pelo desembargador Luís Zveiter, que aliás muitas deles estão sendo investigados pelo CNJ”, disse em uma das vezes.

Extinção do processo?

Rosinha chegou a comemorar a extinção de processo de Zveiter contra Garotinho, mas a ação continua tramitando na Justiça. Porém, houve extinção do processo quanto aos crimes de calúnia e difamação. Sobre injúria, a ação tem audiência marcada para 13 de novembro.

No dia 22 de setembro, Zveiter protocolou no TJ queixa contra Rosinha, também por injúria, calúnia e difamação. Inicialmente, a audiência do caso estava marcada para quarta-feira, mas não ocorreu. A defesa de Rosinha Garotinho ingressou com Habeas corpus, que foi negado pelo desembargador Antônio Eduardo Ferreira Duarte, da 4 Vara Criminal do TJ. Assim, dia 27, a ex-governadora será interrogada na 41ª Vara Criminal, semana que vem, para colheita de prova de defesa.

Fonte: Folha 1

COMENTE COM SEU FACEBOOK