O recurso de Jorge Rangel (PTB) contra a condenação no caso Chequinho subiu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Eleito com 4.855 votos pela coligação PR/PTB/PSD, Rangel não foi diplomado em dezembro de 2016 por determinação da Justiça Eleitoral. Além dele também não foram diplomados Linda Mara (PTC), Kellinho (PR), Miguelito (PSL), Ozéias (PSDB) e Thiago Virgílio (PP), que chegaram a ser presos na Operação Chequinho.

O grupo recebeu os diplomas e tomou posse em meados do ano passado, após decisão do TSE e liminar do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Porém, em outubro Rangel teve a condenação de primeira instância confirmada pelo TRE por abuso de poder político e econômico cometido com o uso eleitoral do programa municipal Cheque Cidadão, o que determinou seu afastamento do cargo. O recurso ao TSE não tem efeito suspensivo.

Confira a situação dos demais vereadores condenados na Chequinho:
Jorge Magal (PSD) – condenado em primeira instância, perdeu no TRE e teve que sair do cargo, recorreu ao TSE e perdeu. Ainda tem um recurso no TSE.
Vinicius Madureira (PRP) – condenado em primeira instância, perdeu no TRE e teve que sair do cargo, recorre ao TSE.
Miguelito (PSL), Thiago Virgílio (PTC) e Linda Mara (PTC) – condenados em primeira instância, perderam no TRE e já tiveram Embargos de Declaração rejeitados pelo TRE. Miguelito já deixou o cargo. Thiago e Linda Mara já foram notificados através de Diário Oficial.
Ozéias (PSDB) e Kellinho (PR) — condenados em primeira instância, perderam no TRE e aguardam julgamento dos Embargos de Declaração no TRE.
Falta, ainda, ser marcado o julgamento de Thiago Ferrugem (PR).
Obs.: Com saída de Thiago Virgílio e Linda Mara serão convocados Carlinhos Canaã – também condenado na Chequinho – e Cabo Alonsimar.

Fonte: Na Curva do Rio / Folha 1 

COMENTE COM SEU FACEBOOK