Com menos de um mês de inauguração e diante da repercussão positiva, o Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) de Campos, por meio da Superintendência de Paz e Defesa Social, utiliza as redes sociais para divulgar os serviços realizados pelo Projeto Campos+ Segura. Todas as imagens são exclusivas do CISP.

As imagens divulgadas são de interesse público, como: acidentes, para maior conscientização no trânsito; pontos de alagamentos, delitos, procura de suspeitos, após solicitação e liberação pelos órgãos de segurança; pessoas desaparecidas e encontradas; além de ocorrências que atrapalham o fluxo do trânsito, por exemplo, um caminhão que teve pane mecânica na área urbana da BR-101 e os motoristas puderam acompanhar pelas redes sociais alternativas para o tráfego.

O CISP/Campos tem endereço no Facebook e no Instagram. No último dia 18, as câmeras ajudaram às polícias na localização de uma jovem que estava desaparecida e na recuperação de um caminhão roubado em Itaperuna e que passou por Campos.

— A rede social cresce a cada dia e tem sua repercussão negativa ou positiva. No caso do CISP, como a repercussão tem sido superpositiva, nós decidimos ampliar os serviços do Centro, de modo que, os internautas terão a opção de conferir todas as informações pertinentes ao interesse público. É uma ótima ferramenta para contribuirmos com a segurança pública no município — comentou o superintendente Darcileu Amaral.

Quem possui câmera de segurança externa instalada na fachada de residências ou comércio pode, através do Projeto Campos+ Segura, integrar seu equipamento à rede de videomonitoramento da Prefeitura de Campos. O Centro Integrado de Segurança Pública conta com 90 câmeras de tecnologia avançada. As inscrições podem ser realizadas por meio eletrônico através do endereço https://maissegura.campos.rj.gov.br.

O projeto faz parte de um dos eixos do Plano Municipal de Segurança Pública e tem o objetivo de prevenir, detectar e reagir a situações emergenciais e na preservação do espaço público. Com a participação consciente e colaborativa da comunidade, o objetivo é alcançar o maior número de câmeras externas possível nos próximos anos.

Toda residência ou empresa que aderir ao monitoramento colaborativo, contribuindo para a segurança da comunidade, será identificada em sua fachada com uma placa, caso opte pela identificação. Os que aderirem terão também acesso, pelo seu próprio computador e celular, às imagens ao vivo das que a superintendência liberar ao público.