O prefeito Rafael Diniz lança nesta quinta-feira (21), às 11h, no auditório da prefeitura, o programa “Viva a Ciência na Escola”. Esta iniciativa pioneira vai contemplar alunos e professores do Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano) e da VI à IX fase da Educação de Jovens e Adultos (EJA). O objetivo é estimular a vocação científica e a formação de novos pesquisadores na rede municipal de ensino – uma das iniciativas da prefeitura para dinamizar a economia local e diminuir a dependência dos royalties.
As bolsas aos alunos e as Taxas de Bancada aos professores contemplados serão provenientes de recursos recuperados pelo Fundo de Desenvolvimento do Município de Campos (Fundecam). O Edital contemplará 30 projetos em quatro áreas temáticas: Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Matemática e Linguagens. Cada projeto será composto de um professor orientador, que terá acesso a uma Taxa de Bancada no valor de R$ 1 mil para despesas de custeio do projeto; e três estudantes, que terão bolsas no valor de R$ 120,00.
O “Viva a Ciência na Escola” é desenvolvido pela Superintendência de Ciência, Tecnologia e Inovação, Fundecam e Secretaria de Educação, Cultura e Esportes (Smece). O programa é uma extensão do “Viva a Ciência”, programa de iniciação científica que a prefeitura lançou em 2018, concedendo 30 bolsas de R$ 400 por mês a estudantes de graduação. Em troca do incentivo, eles estão desenvolvendo projetos de interesse do município em áreas estratégicas, como transporte, habitação, desenvolvimento social e meio ambiente.
O superintendente de Ciência, Tecnologia e Inovação, Romeu e Silva Neto, ressalta que todos têm a ganhar com o acesso dos alunos do 6º ao 9º ano e da EJA a Bolsas de Iniciação Científica para o desenvolvimento de projetos. ” É importante que os professores estimulem os estudantes desde cedo para que desenvolvam atividades de pesquisa e iniciação científica, pois despertar o desejo de novos conhecimentos nos alunos pode estimulá-los a se dedicarem mais aos estudos e à escola. Isso também pode estimular o interesse pela continuidade das atividades de pesquisa no ensino médio e no ensino superior, o que pode diminuir a evasão escolar”, explica Romeu.
Fonte: SupCom