No início deste ano o ex-governador Anthony Garotinho (PR) usou o assassinato de uma mulher, baleada pelas costas diante da filha menor de idade, para fazer ataques a um adversário político. Ignorando a dor da família, ele chegou a sorrir de forma debochada ao comentar sobre o episódio.

E esta não foi a primeira vez. O mesmo Garotinho, na ânsia de atacar o então governador Sérgio Cabral, divulgou diversas imagens de uma moça que havia morrido em um acidente de helicóptero. Até ser proibido pela Justiça, ele usou e abusou das fotos.

Cego em sua sede pelo poder, este senhor não poupa nem mesmo seus próprios familiares. Em 2011 ele transformou a Câmara em um campo de guerra. O seu plano era impedir a posse do próprio irmão, já que a esposa havia sido cassada. Uma briga generalizada teve início e até as sobrinhas, que estavam no plenário, correram risco de agressão. Naquele dia, Nelson Nahim afirmou que o irmão estava desequilibrado e precisava, com urgência, de tratamento. “Vou procurar minha mãe, dona Samira, para que ela tente conversar com Garotinho, pois eu não consigo mais”, disparou.

Nos últimos meses alguém viu algum debate estimulado pelo grupo rosáceo sobre alternativas para superar a crise? Eles falam em inovação, captação de recursos e economia? Nada! Até porque, como os responsáveis pelo caos poderiam sugerir algo decente?

O que eles querem é levar o debate para o local onde o chefe é especialista: a lama.

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