O Centro de Correção Juvenil em Madison, EUA, aceita garotas
marginalizados visando reintegrá-las socialmente se tornando um exemplo no
mundo. O Brasil diferentemente tem um sistema carcerário falido em muitos
aspectos, necessitando de uma mudança radical.
Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Brasil possui a 3ª maior
população carcerária do mundo, com cerca de 700.000 presos e o número,
certamente aumentará em função da redução da maior idade penal. Ora,
países como: Espanha, Geórgia e Estados Unidos perceberam que além da
redução da maior idade penal aumentar consideravelmente o número de
detentos, também aumentará a criminalidade.
Outra questão que é preciso que é preciso observar, é a incapacidade das
penitenciarias brasileiras de lidar com os adolescentes, por conta da
superlotação, a precariedade das instituições e ainda da falta de programas
objetivando a reintegrá-los na sociedade.
Buda certa vez falou que “Uma grande caminhada começa com um
simples passo.” Mas, essa jornada somente será possível com a colaboração dos
cidadãos brasileiros, fazendo campanhas de incentivo das massas, nas redes
sociais para a propagação dessa causa. E intervindo por meio do MEC contra a
marginalização dos jovens, investindo cada vez mais em centros de correções
juvenis, também enviando professores e psicólogos para orientação e ainda
disponibilizar atividades recreativas para a transformação gradual dos
adolescentes por medidas socioeducativas, possibilitando a retirada dos mesmos
da marginalidade.
POR LIVIAN KAREN
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IGUALDADE DE GÊNERO. Por Livian Karen
É um fato que existem inúmeros diferenciais entre o homem e a mulher,
isso frequentemente vem se tornando uma justificativa para a desigualdade de
direito entre ambos. Desde o movimento feminista no século XX, houve uma
grande emancipação da mulher, conquistando adiante o voto feminino e
expandindo suas oportunidades.
O Brasil ainda tem um longo caminho a percorrer, a WEF (Fórum Econômico Mundial) constatou que o país levará 95 anos para alcançar a igualdade de gênero, isso se dá pela constante estereotipação entre os dois, ocorrendo inicialmente no lar, incentivando a segregação entre as “tarefas masculinas” e “tarefas femininas”. Enquanto as mulheres são responsáveis de arrumar a casa, os homens divertem-se ou simplesmente descansam, a mídia exerce um fator influenciador que propaga a imagem da mulher dona de casa e como objeto sexual e a retrata como “sexo frágil”, esse ciclo está a tanto na sociedade que a maior parte das mulheres se padronizam como sendo inferior.
Simone de Beauvoir relatou a triste realidade que “O homem é definido como ser humano e a mulher como fêmea.”. Há carência de informações que levariam a conscientização da população, porém, existem atitudes que mudariam gradualmente com a ajuda de algumas instituições, com o MEC que elaborará palestras em escola e em empresas para inclusão da mulher, e a Receita Federal contribuindo com a distribuição de recursos para instituições que ajudará na disseminação dessa causa, para enfim mudar a expressão “guerra dos sexos”.
POR LIVIAN KAREN
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O Brasil ainda tem um longo caminho a percorrer, a WEF (Fórum Econômico Mundial) constatou que o país levará 95 anos para alcançar a igualdade de gênero, isso se dá pela constante estereotipação entre os dois, ocorrendo inicialmente no lar, incentivando a segregação entre as “tarefas masculinas” e “tarefas femininas”. Enquanto as mulheres são responsáveis de arrumar a casa, os homens divertem-se ou simplesmente descansam, a mídia exerce um fator influenciador que propaga a imagem da mulher dona de casa e como objeto sexual e a retrata como “sexo frágil”, esse ciclo está a tanto na sociedade que a maior parte das mulheres se padronizam como sendo inferior.
Simone de Beauvoir relatou a triste realidade que “O homem é definido como ser humano e a mulher como fêmea.”. Há carência de informações que levariam a conscientização da população, porém, existem atitudes que mudariam gradualmente com a ajuda de algumas instituições, com o MEC que elaborará palestras em escola e em empresas para inclusão da mulher, e a Receita Federal contribuindo com a distribuição de recursos para instituições que ajudará na disseminação dessa causa, para enfim mudar a expressão “guerra dos sexos”.
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